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segunda-feira, 9 de março de 2009

Rui Silva Campeão Europeu!


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O Sporting deu mais uma medalha de ouro a Portugal. Rui Silva sagrou-se campeão europeu dos 1500 metros, no Campeonato da Europa de atletismo em Pista Coberta, que se realiza em Turim.
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O atleta sportinguista alcançou a medalha de ouro, com o tempo de 3.44,38, à frente do espanhol Diego Ruiz e do francês Yoann Kowal.
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O Sporting é muito mais que apenas futebol. Parabéns Rui!

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Terminou a prestação olímpica...



Com o "falhanço" de Naide Gomes em chegar à final do salto em comprimento, os atletas sportinguistas dão como concluída a sua prestação nos Jogos Olímpicos de Pequim. Naide que era candidata a uma medalha, começou o concurso com dois saltos nulos e surgiu na última tentativa muito nervosa acabando por fazer 6,29 metros e ficando surpreendentemente afastada da final.
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Francis Obikwelu outro dos candidatos a medalhas, foi penúltimo na sua meia-final, não atingindo dessa forma a final, onde poderia repetir ou até melhorar Atenas (medalha de prata). Marco Fortes falhou a qualificação para a final do lançamento do peso, depois de dois ensaios nulos e um terceiro de 18,05 metros, muito abaixo da marca definida para o apuramento directo (20,40) e da sua própria. Arnaldo Abrantes foi oitavo e último classificado na sua série de qualificação (2ª) dos 200 metros dos Jogos Olímpicos de Pequim, ganha por um atleta do Zimbabué, Brian Dzingai.
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Clarisse Cruz não conseguiu a qualificação para a final dos 3.000 obstáculos. Edivaldo Monteiro, apesar de ter melhorado a sua marca do ano, falhou a qualificação nos 400 metros barreiras. sendo 6.º na Série 1 com o tempo 49.89, ganha por Bershawn Jackson dos EUA. Sílvia Cruz no lançamento do dardo, conseguiu 57,06 metros uma marca aceitável, mas mesmo assim longe da marca mínima para qualificação directa para a final, os 61,5 metros.
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Não se poderá falar em desilusão pois os Jogos Olímpicos, são sem dúvida uma das provas mais exigentes do panorama desportivo, mas pelo menos, relativamente a Naide e Francis, esperava-se um pouco mais. De qualquer forma, não vou estar para aqui com o "espírito português" de que antes somos os maiores e depois quando ficamos aquém do que se espera, já nada valemos. Parabéns a todos os atletas do Sporting, desde logo por marcarem presença em tamanho acontecimento e principalmente por honrarem o nome de Portugal, mesmo sem serem medalhados.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

A propósito da Volta a Portugal em Bicicleta


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A propósito do começo da 70ª Volta a Portugal em Bicicleta, e da "recente excitação" de alguns com a modalidade, nunca é demais lembrar, a importância do nosso clube, na maior prova do ciclismo nacional.
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O Sporting é o clube com mais títulos por equipa, na história da Volta, tendo arrebatado 13 títulos, desde a sua primeira edição em 1927. Marco Chagas, atleta do Sporting, foi também o atleta que mais vezes venceu a prova individualmente, ou seja por 4 vezes, sendo que duas delas foram a representar a Mako Jeans e o FC Porto.
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Não podendo obviamente esquecer, o maior ciclista português de todos os tempos, Joaquim Agostinho venceu a Volta por 3 vezes, nos anos de 1970, 1971 e 1972, assim como o homem que o descobriu, João Roque e que venceu a prova em 1963. O primeiro atleta do Sporting a saír vitorioso da competição, foi Alfredo Trindade em 1933. Para completar o rol de vencedores sportinguistas, em 1940 José Albuquerque acabou de amarelo e Francisco Inácio em 1941, foi o grande vencedor.
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O Sporting é o segundo clube com mais títulos nas "Metas Volantes" e no "Prémio da Montanha, em 5 e 6 ocasiões respectivamente. É ainda o clube com mais títulos no "Prémio Pontos", ou seja 7 e quem também, mais títulos venceu nos "Prémios Combinados", num total de 7 ocasiões em que terminou a prova no 1º lugar.
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A história de uma modalidade do nosso clube, que se confunde com a história da Volta a Portugal e do ciclismo nacional. É realmente uma pena, que o ciclismo seja uma das modalides extintas no clube.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

O Sporting em Pequim


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Estamos a poucos dias do começo das XXIX Olimpíadas e como não podia deixar de ser, o Sporting, clube com um grande histórial olímpico, irá ter vários representantes a marcar presença na China.
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O Sporting é o clube com mais atletas (7) na comitiva portuguesa, de onde se destacam Francis Obikwelu (100 e 200m) e Naide Gomes (Comprimento), sendo o restante grupo composto por: Clarisse Cruz (3000m Obstáculos), Arnaldo Abrantes (200m), Edivaldo Monteiro (400m Barreiras), Marco Fortes (Peso) e Sílvia Cruz (Dardo).
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A todos os atletas olímpicos portugueses e em especial aos sportinguistas, o SuperSporting deseja as maiores felicidades! Tragam de Pequim medalhas!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Atletismo: Domínio nos Nacionais!



As equipas, masculina e feminina, de atletismo do Sporting sagraram-se campeãs nacionais de atletismo, depois de vencerem, em Faro, as respectivas divisões. Foi a sétima vitória consecutiva dos homens – poderia ser a 14.ª, não fosse a inesperada desqualificação dos «leões» na prova de 2001 – e a 14.º, também consecutiva, das mulheres.
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Numa época em que a falta de pista dificultou o trabalho diário de atletas e treinadores, esta foi uma vitória do querer, do trabalho e do sacrifício, num fim-de-semana de luxo para os «leões» que, mesmo sem a ajuda do vento – complicou, e muito, a vida dos atletas – conseguiram bater todos os adversários, em quase todas as provas.
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No sector feminino, a vitória foi assegurada bastante cedo, pois toda a concorrência foi, à medida que as provas avançavam, ficando para trás e, no final, o segundo classificado, o FC Porto, ficou a 28 pontos de distância, enquanto que a JOMA, terceiro classificado, terminou a prova com menos de dois terços dos pontos das «leoas».
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Nos homens, a vitória do Clube de Alvalade também não deixou margem para dúvidas, tendo o segundo classificado, o Benfica, terminado a 14,5 pontos dos heptacampeões nacionais. De notar que a equipa masculina continua sem contar com Rui Silva e que Francis Obikwelu apenas realizou a prova dos 100 m e a estafeta de 4x100, deixando os 200 m para Arnaldo Abrantes que, sem comprometer, garantiu mais uma vitória.
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Saiba mais em sporting.pt

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Hóquei...KO



Quando comecei a ir ver jogos de futebol ao vivo, na companhia do meu pai e do meu irmão, era frequente termos, no final dos jogos, "prolongamentos" para outras modalidades que o clube, então claramente orgulhoso do seu ecletismo, praticava (isto porque os jogos de futebol eram a horas "decentes" e não às 21h15 de um domingo, p.ex.) numa verdadeira "barrigada" de desporto.

Entre esses muitos "prolongamentos" (primeiro no antigo pavilhão, depois na mítica Nave) vi muitos jogos de hóquei em patins.

Neste fim-de-semana em que o campeonato nacional de hóquei em patins vai arrancar, gostaria aqui de lembrar esses gloriosos tempos, de muito esforço, de muita dedicação e de muita devoção do célebre desporto patinado, numa fase em que se vivia muito, no nosso país, o hóquei em patins e as disputas "europeias" com Espanha e Itália e "mundiais" com aqueles e a Argentina.

Desde cedo fixei cinco nomes: Ramalhete, Rendeiro, Sobrinho, Chana e Livramento. Os quais, juntamente com Garrido, Jorge e Carmelindo, sagraram-se, sob o comando de Torcato Ferreira, campeões europeus de clubes, pela primeira vez em Portugal, em 1977.

Quatro anos mais tarde, em 1981, o Sporting viria a vencer a Taça das Taças, contando já com nomes de uma "nova vaga" que viriam a ficar conhecidos - os Rosados (José e Vítor) e Salema. O treinador era um nome "mítico" do clube, de Portugal e da modalidade - António Livramento.

Passados 3 anos, em 1984, ainda "sob a batuta" de Livramento, contando com o célebre e "veterano" guarda-redes Ramalhete nos seus quadros e com uma nova geração de grandes jogadores como Trindade, Luís Nunes e Realista, o Sporting conquista a Taça CERS.

Um ano depois, o Sporting viria a sagrar-se novamente vencedor da Taça das Taças, e, em 1991, num último estertor do hóquei patinado leonino, fazer o "tri", numa equipa que contava com Chambel, Luís Rodrigues, Fanã e Campelo, entre outros.

Foi precisamente nesta altura de "conquistas europeias", entre meados da década de 70 e meados da década de 80, que o Sporting conquistou grande parte dos seus títulos nacionais. Depois de ter sido campeão nacional da I divisão no longínquo ano de 1938/39, o Sporting foi tetra-campeão entre 1974/75 e 1977/78 e depois campeão em 1981/82 e 1987/88. O Sporting venceu ainda a Taça de Portugal em 1976/77 e 77/78 (anos em que fez a "dobradinha") e 1983/84 (com Livramento no comando técnico) e 1989/90 e venceu a Supertaça em 1982/83.

Depois da extinção da secção, o hóquei em patins do Sporting viria a conhecer novo fôlego no fim da década de 90 por pura "carolice" de sportinguistas apaixonados pela modalidade. Em 1999/2000 o Sporting, que teve de começar do "zero", foi campeão nacional da III Divisão e da II Divisão em 2003/04 (título que juntou ao conquistado em 1969/70). De regresso à I Divisão, a experiência viria a revelar-se desastrosa, devido à falta de apoios e, sobretudo, à falta de um pavilhão para o Sporting competir verdadeiramente em casa.

O Sporting conta agora apenas com escalões de formação, último reduto dos apaixonados pelo desporto, aos quais presto a minha homenagem por continuarem a envergar a camisola verde e branca nos rinques nacionais, honrando a tradição dos nomes que têm lugar de destaque na história centenária do Sporting e que nos deixam com pena de não podermos disputar o campeonato nacional da modalidade com os nossos rivais de sempre.