
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Escandaleira!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Calendários do Passado - Luisinho

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Expliquem-me como se eu tivesse 5 anos...

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
«Sonho voltar ao Sporting»

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Não era engraçado?

Coitadinho...

sábado, 31 de janeiro de 2009
De costas voltadas
Estádio José Alvalade, 12 de Setembro de 2006. Liga do Campeões. Graças a um extraordinário golo marcado por Caneira, o Sporting vence o poderoso Inter de Milão..
No meio-campo leonino há um jovem que faz a sua estreia em jogos internacionais e não se atemorizando com os nomes consagrados da equipa italiana, realiza excelente exibição, o seu nome: Miguel Veloso.
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O jogador das escolas do clube que Paulo Bento foi buscar ao Olivais e Moscavide, realiza uma excelente época, fazendo exibições que levaram a que outros clubes olhassem para ele.
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Na época seguinte, Miguel Veloso esteve um pouco abaixo do valor que tinha mostrado na primeira época, mas não deixou de despertar novamente cobiça de clubes estrangeiros. Juventus, Manchester, Arsenal, Real Madrid, Barcelona, Bolton, Newcastle, Inter, tantos clubes a comunicação social tem dado como certos para o jogador.
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Esta época Miguel Veloso, tem ficado aquém do que vale, com a cabeça a pensar nos Euros que vêm do estrangeiro. Julgando-se já uma vedeta. Não quer jogar a defesa-esquerdo e sim no vértice mais recuado do losango que Paulo Bento teima em manter.
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Esta tem sido uma época de confronto com o treinador, com a ajuda do pai e do empresário Miguel Veloso e Paulo Bento têm andado de “costas voltadas”.
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Com a abertura do mercado de transferências em Janeiro surgiu mais uma hipótese de sair, desta vez para o Bolton. Não é um clube poderoso como o Manchester ou o Barcelona. Mas é a grande hipótese de jogar na Liga Inglesa. Dizem que já está de malas aviadas. O clube para já nega a saída. Mas…
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Paulo Bento já se pronunciou sobre o assunto: “não há jogadores imprescindíveis…”, “o Sporting vai continuar mesmo sem Miguel Veloso”.
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Concordo com Paulo Bento. Miguel Veloso neste momento não faz falta ao clube. Porque não está de corpo e alma nele. Deixá-lo sair penso que será a melhor solução, salvaguardando como é óbvio os interesses do clube.
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Será desta?
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
E porque não?
Já foi nosso. Se não estou em erro, pelo menos desde os juniores que representou o nosso clube. Poucas oportunidades teve, aprendeu algumas coisas com Schmeichel, em 2004/05 deixou de estar ligado ao Sporting (acho que quando foi para Chaves já não foi emprestado) e actualmente com 26 anos, penso que já tem muita maturidade e se tornou um guarda-redes bem interessante..
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Parabéns Vuk!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Daniel Carriço renovou até 20013
– Pedro Mendes, defesa-central da equipa de juniores, já foi chamado para trabalhar convosco. Considera estas chamadas importantes para os jogadores mais novos?
– Revê-se neles?
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Liedson em entrevista...
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Stojkovic emprestado ao Getafe
Há um acordo de princípio com o Getafe, da I Liga Espanhola, para que o GR Stojkovic actue nesta equipa até ao final da presente época, ficando o Getafe com opção de compra.
Já muito foi dito sobre a situação do Stojkovic no Sporting.
Da minha parte, apenas quero acrescentar que, independentemente dos erros que possa ter cometido, o facto de ter estado um ano completo sem ser opção, sendo (na sua opinião e na minha) o melhor GR do Sporting, não deve ter sido fácil.
Desconheço que neste período em que deixou de ser opção tenha criado qualquer mau ambiente, o que a ter acontecido, teria certamente sido alvo de diversas notícias na comunicação social, o que não ocorreu.
Por isso, também pela forma como encarou este período difícil, independentemente dos erros do passado, desejo-lhe todas as felicidades nesta nova etapa da sua carreira.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Continuo a não perceber...
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Ainda há homens de palavra

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Mais um Sporting-FC Porto
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Que mais há a dizer?

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Com frontalidade!
O jogo decorria morno em Vila do Conde, a competição ainda não é daquelas que tem tradições no futebol português. Até que ao minuto 89, Vukcevic em nítido fora-de-jogo decide a partida. O Sporting soma os necessários 3 pontos para passar à fase seguinte da prova.Perante a comunicação social e quando foi questionado sobre o golo, Paulo Bento não teve problemas em dizer que tinha sido ilegal. Com frontalidade… e tranquilidade.
Eu sei que este foi um fora-de-jogo enorme que só o trio de arbitragem não quis ver. Mas também sei que é comum no futebol português quando acontece uma jogada duvidosa que beneficia a nossa equipa, dizer “estava no lado contrário onde se desenrolou a jogada, não vi”. Dizem isto jogadores, treinadores e dirigentes. É vulgar, e comum. Infelizmente. Pois se a até o Nilson, do V. Guimarães nem viu a bola entrar na sua baliza…
Paulo Bento pode ter muitos defeitos, não duvido, mas é uma pessoa frontal e com carácter e assumiu o óbvio não se escudando em desculpas esfarrapadas.
Mas quando foram prejudicados frente ao Nacional, Pedro Henriques foi trucidado, devastado e completamente esmagado com a ajuda também da comunicação social, principalmente do seu órgão oficial diário que escreveu diariamente páginas e páginas de indignação. Foi sempre “ a malhar” no árbitro. Contra o Braga, silêncio. A aliança luso-espanhola da Luz não se manifestou.
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Quero aqui expressar o meu louvor a Paulo Bento foi honesto, num país cada vez mais de mentirosos, foi frontal, num país cada vez mais de hipócritas e cínicos.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
A propósito de Liedson

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terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Em tempo de Natal...
Saudações a todos. Depois de ler o artigo do Nuno sobre um ídolo...pensei ser um pouco mais comedido nos meus pedidos. Com a abertura do mercado aí à porta, e apesar dos nossos responsáveis terem avisado que não devemos ir ao mercado...a mim parece-me importantissimo ir buscar pelo menos (e ressalvo o PELO MENOS) um jogador. Para que posição? Para a posição "10"!
Nunca fui muito à bola com o estilo desinteressado,entediante e por vezes desesperante do "Pipi" Romagnoli. Rochemback nunca foi opção para a posição e Moutinho é (na minha óptica) mais um médio de transição do que um "10" puro! Parece-me que lhe falta qualquer coisa para render nessa posição. Mas antes ele que Romagnoli. Postiga nesse lugar é perder um jogador e Yannick também não convence. Se fosse eu que mandasse, ia buscar este artista:
Daniel Emmanuel Ludueña, também conhecido como "El Hacha" (O MACHADO) ou "El Hachita", nasceu a 27 de Julho de 1982 em Córdoba, Argentina e mede 1,75cm. Fez parte da sua formação no pequeno San Lorenzo de Cordoba, de onde seguiu (ainda juvenil) para o River Plate, onde terminou a sua formação e se estreou como sénior.
Jogou no River entre 1998 e 2004, apontando 2 golos em 40 jogos como sénior. De lá partiu para uma aventura no México, onde representou o TECOS UAG(de Guadalajara), entre 2004 e 2006 (28 golos) . A sua qualidade nas bolas paradas, e as grandes exibições, despertaram o interesse do Santos Laguna que o contratou em 2006. De lá para cá apontou 32 golos em 72 jogos e assumiu-se como o Maestro da equipa.
Actualmente é unanimemente considerado um dos melhores jogadores da Primeira Divisão Mexicana. Recentemente venceu o prémio de MVP do Apertura 2007 e 2 prémios de Melhor Médio Ofensivo (Apertura 2007 e Clausura 2008). O Santos Laguna foi campeão do Clausura 2008.
É bom, barato(para a qualidade que tem) e vinha!
NOTA: Ludueña é um dos últimos mebros da tribo de índios argentina QUECHUA (do Sudoeste dos Andes). Como tal tem muita honra e orgulho nas suas tradições índigenas.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Boas Festas!

Um santo e feliz Natal para todos os "blogueiros" do SuperSporting, assim como para todos os sportinguistas e amigos que nos visitam regularmente.
Aproveitando a deixa, que 2009 seja um ano muito melhor para o nosso clube, mas principalmente, que seja um ano muito bom para todos nós, nomeadamente com muita saúde.
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Feliz Natal e um Próspero 2009!
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Bayern na Champions

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Jantar de SuperSportinguistas
O Sloct lançou a ideia de organizarmos um repasto de SuperSportinguistas, pelo que coloco aqui este tópico no sentido de combinarmos entre todos a realização desse jantar.
Desde já avançamos uma data, que seria o próximo dia 17 de Dezembro (quarta-feira).
Quem quiser propor um local, está à vontade. De qualquer forma, eu adiantaria o Alvaláxia, sendo que por lá podíamos optar por qualquer dos restaurantes...
Desde já estão confirmados o mentor Sloct, este vosso amigo e o Davidinho.
Abraços!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
A liga dos milhões...

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Agora nos oitavos-de-final, é como o povo diz: "Venha o diabo e escolha".
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Pai Natal: traz-me um ídolo para o Sporting!

Tomei a liberdade de juntar umas linhas justificativas: «Eu tenho-me portado bem. Vou sempre ver os jogos em casa. Fui à última final do Jamor. Vejo sempre os jogos fora. Fiquei um dia inteiro em pé para comprar bilhete para a maior desilusão futebolística da minha vida e, ainda assim, nunca perco um desafio do Sporting. Mas, Pai Natal, por favor, tu que durante tantos anos nos atormentavas o juízo, traz-me um ídolo para vestir a nossa camisola. Sabes, Pai Natal, há muito tempo que não temos um. Alguém que sinta a camisola e o emblema. Que seja sportinguista. Que vibre com os feitos do clube. Que fique triste com as desilusões. Alguém que seja capaz de ver o jogo ao nosso lado. Alguém como Carlos Lopes, Manuel Fernandes, Jordão... Os violinos já morreram. Até o Damas e o Agostinho tinham de morrer? Caramba!».
E terminei com este desabafo…
Colei o selo e pus a carta no correio. Depois lembrei-me: «será que quer dizer alguma coisa o Pai Natal vestir de encarnado?»
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Ronaldo de Ouro...

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Por tudo o que fez a época passada, principalmente ao serviço do Manchester United, Cristiano Ronaldo merece sem dúvida esta distinção. Contudo, ultimamente acho que Ronaldo devia tomar outro rumo. Procurar jogar mais e falar menos, entrar em menos polémicas dentro e fora de campo. O talento está todo lá... agora é só (continuar a) ter cabeça.
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Será que é preciso muito para ver?

quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Trauma?

terça-feira, 25 de novembro de 2008
AAS lança Site Oficial

Divulgue, Participe!
A força do Sporting Clube de Portugal reside em todos nós!
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Gostei...
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Anda tudo tranquilo

Vitor Constâncio esteve recentemente no Parlamento, a explicar aos deputados a razão pela qual o Banco de Portugal não interveio mais cedo na grave crise que assola o BPN.
O Governador do Banco de Portugal, defendeu-se como pôde. Das desculpas mal amanhadas que deu, uma coisa reti: “estou de consciência tranquila”.
Ora ainda bem pensei eu. Porque em Portugal pode-se fazer todo o género de barbaridades, corromper, ser-se incompetente, mentiroso, aldrabão, vigarista, ladrão, desviar dinheiro, não pagar ordenados, eu sei lá. Mas os responsáveis quando são chamados a prestar declarações dizem com a maior das calmas, com o maior desplante “estou de consciência tranquila”.
Foi o que aconteceu Domingo passado em Alvalade. Bruno Paixão deu um festival de má arbitragem, errando para os dois lados. Os dois treinadores foram unânimes em dizer que foi uma má arbitragem, a crítica escrita e falada, concordou. Todos os que viram pela televisão ou no Estádio alinharam pelo mesmo ponto de vista (aqui vou excluir o advogado, jornalista, escritor e comentador de televisão Miguel Sousa Tavares que viu todas as faltas a favor do seu clube).
Bruno Paixão quando solicitado a comentar o seu desempenho no jogo, não adiantou muito pois disse que os regulamentos o impediam de falar, mas não deixou de dizer “estou de consciência tranquila”. Fantástico, pensei eu. E foi mais longe: “Sei que tenho valor para estar onde estou e que posso chegar longe”. Confesso que fiquei assustado.
Se este homem já faz isto agora, nem quero imaginar o que ele é capaz de fazer se chegar “longe”.
Por sua vez também o observador do jogo Albano Fialho que deu ao árbitro nota 3, porque diz ele viu o jogo no Estádio e só tinha 30 minutos para enviar por sms o resultado dessa avaliação. A mim parece-me que ele viu o jogo atrás do painel do resultado, daí não ter visto em campo o que alguns viram, além de que se tinha meia-hora para enviar o resultado, deveria ter visto nas várias televisões que existem no Estádio, algum lance que lhe suscitasse dúvidas. Meia-hora ainda dava para isso Mas depois fiquei descansado. É que o homem referiu que estava de consciência tranquila.
E cá vamos andando neste Portugal tranquilo de gente tranquila, que faz o que bem quer e lhe apetece, porque neste país a “culpa morre sempre solteira”. E em breve tudo se vai esquecendo.
E falam do Paulo Bento quando ele diz “com tranquilidade”…
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
«Manel» está de regresso... pela porta errada
Quanto ao jogo de ontem...
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Estamos nos «oitavos» da Champions!

O Sporting apurou-se pela primeira vez para os oitavos-de-final da Champions. Inspiração de Izmailov e golo de Derlei fizeram o resultado final.
Para certos "inteligentes" que criticaram o resultado de 3-1 em Barcelona, ora aí está o apuramento para os oitavos-de-final garantido, ainda com duas jornadas por disputar.
Parabéns Sporting!
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Flash que não é um "flash"
O actual Flash de Leão mostra que muitas coisas ainda continuam a fazer sentido. A amizade perdura para além das tempestades e das revoluções, por muito grandes que sejam.
Que este espírito permaneça e o nosso clube (e já agora, este blogue também) seja um exemplo de dedicação e de amizade – NOS (E PARA OS) DOIS SENTIDOS!
Tudo o resto virá por acréscimo - com maior ou menos dificuldade.
Saudações leoninas, mas acima de tudo desportivas,
Agora é que é de falar...
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Sporting... onde andas tu?

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Tonel pára 1 mês
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Fez-se Justiça
O Tribunal da Relação de Lisboa deu hoje também razão a Iordanov. Pelo que o Sporting tem a obrigação de organizar uma homenagem ao seu ex-jogador.
Acho estranho um clube ser “obrigado” pelos Tribunais a fazer uma festa de homenagem a um seu ex-jogador quando o devia fazer de livre e espontânea vontade. Acho triste haver obrigação quando devia haver honra.
Raros foram os atletas que o clube homenageou, muitos o mereciam, Iordanov é um deles.
Porque defendeu com honra, brilho e dedicação o Sporting. Não quis ter o lugar garantido no clube senão trabalhasse para isso. E mereceu a titularidade porque dava tudo quer nos treinos quer nos jogos.
Porque não disse que não queria jogar nesta ou naquela posição, não amuou, não fez birra, pelo contrário, foi defesa, ajudou no meio-campo e destacou-se na linha avançada. Sempre com o mesmo agrado, com a mesma entrega, sempre a bem do clube.
Porque não disse que era o melhor da Europa, nem da equipa, nem a jogar em Portugal, nem sequer do “seu bairro”. Ele sabia que não era um fora-de-série. Mas sabia também que a sua polivalência e o seu esforço eram úteis à equipa.
Porque não disse que o melhor era sair do clube quando o Sporting precisava dele. Ele amava e ama o Sporting. Foi o clube que o escorraçou.
Num clube em que qualquer “Pereirinha” tem uma cláusula de rescisão de milhares de euros, e há jogadores que se sentem ofendidos por não jogarem onde querem, quando querem e como querem, Iordanov “fez a diferença”. Faz–nos falta mais jogadores como ele agora. A Direcção não percebe isso. E como tal faz “figuras tristes” andando a recorrer para os Tribunais tentando sonegar a Iordanov algo da mais inteira justiça.
Iordanov ficará sempre na história do clube, haverá outros que a nossa memória irá esquecer.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Grande, grande... Liedson!

quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Sporting recebe FC Porto na 4ª eliminatória da Taça

O sorteio da quarta eliminatória da Taça de Portugal ditou nada menos que um clássico. Sporting e F.C. Porto vão reencontrar-se em Alvalade. O Benfica recebe o D. Aves. O Arouca, a equipa-sensação da prova, defronta o P. Ferreira, depois de ter eliminado o Marítimo.
Os jogos estão marcados para 9 de Novembro, sabendo-se já que o Nacional-Sp. Braga foi adiado para o dia seguinte a pedido dos minhotos, por causa dos compromissos de Taça UEFA.
O V. Setúbal e o U. Madeira têm adversários pendentes de longos imbróglios motivados por protestos, que pode tentar perceber seguindo as alíneas explicativas.
Jogos da 4ª eliminatória
SPORTING – FC Porto
Olivais e Moscavide-Beira Mar
Valdevez-Gil Vicente
Académica-E. Amadora
Portimonense-Varzim
(a)-V. Setúbal
Boavista-V. Guimarães
Gondomar-Trofense
Vizela-Esmoriz
(b)-U. Madeira
Cinfães-Fátima
Nacional-Sp. Braga
Benfica-D. Aves
Naval-Belenenses
Arouca-P. Ferreira
Leixões-Santana
(a)1ª.Eliminatória Jogo Lusitano-Fiães Protestado
2ª.Eliminatória Santa Clara-Vencedor do Lusitano-Fiães
3ª.Eliminatória Vencedor Santa Clara/Vencedor Lusitano-Fiães-Freamunde
(b)2ª. Eliminatória - Peniche-Sourense (29 de Outubro)
3ª. Eliminatória - Vencedor Peniche-Sourense-Torre Moncorvo
domingo, 19 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Portugal de rastos...

Ontem em Braga, Portugal teve mais um resultado desastroso na campanha para o Mundial 2010. Não conseguimos em casa, bater uma frágil Albânia, que ainda por cima esteve quase 1 hora com menos 1 jogador.
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Não sou "Scolariano" nem "Queiroziano", sou português e ver uma Selecção Nacional como a nossa, completamente perdida em campo, a jogar com dois trincos frente a uma selecção de 3º plano europeu, sem fio de jogo, sem garra, sem vontade de ganhar, é triste.
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Não se pode ganhar sempre, o futebol é um jogo, mas a atitude, a garra, a entrega ao jogo é igual para todos e só não a põe em campo que não quer. Queiróz para mim não é treinador de campo, nunca o foi. Pode ser um bom formador de jovens, um bom adjunto, mas não tem nível para ser treinador principal de um grande clube - viu-se no Sporting e no Real Madrid - e muito menos tem categoria para Seleccionador Nacional.
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Criticavam Scolari de todas as formas e feitios, implicavam com tudo o que podiam, faziam caso de tudo o que havia, mas Scolari aproximou a Selecção dos portugueses e a bem ou a mal - leia-se futebol jogado - levou-nos a um 2º lugar num Europeu (que nunca tínhamos alcançado) e a um 4º lugar num Mundial. E Queiróz? Para onde nos leva?
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Uma última palavra para quem estava em Braga a assobiar. Se acho que nem os clubes se deve assobiar, muito menos acho aceitável assobiar a nossa Selecção. Para mim, estádio, cidade, onde a Selecção fosse assobiada, não havia lá mais jogos de Portugal. E já agora, em relação a isso, Ronaldo também não deve, nem pode ter atitudes como aquela que teve. Acho que está a ficar mimado demais e isso só o prejudica.
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Bem, Mundial 2010 ao que parece já "ardeu", mas quem não ganha em casa, a uma "pobre" Albânia, com 10 jogadores durante quase 1 hora... também não merece estar numa competição tão importante.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
A «Crise de Militância» do Sporting

O actual presidente do Sporting, Filipe Soares Franco, desdobrou-se numa série de entrevistas, com particular destaque para as da última sexta-feira (ora mais “generalista” no DN, ora mais “financeiro” no DE, ora mais “desportivo” no Record).
É aqui que faz manchete o título deste post (daí as aspas) e é por causa dele que não posso deixar de escrever umas linhas, depois de muito reflectir, para conseguir tentar ser o mais objectivo possível.
Noto no presidente do Sporting, pelo menos no que respeita à “vertente desportiva” uma maior objectividade e, quiçá, uma maior franqueza no seu discurso. Levou muito tempo para que, publicamente, assumisse certos aspectos da vida do clube. Mas agora que o fez, sinto-me compelido a dizer duas ou três coisas sobre a «crise de militância» que Soares Franco reconhece existir (a qual é, aliás, evidente), sem querer prejudicar o “estudo da situação” que, segundo diz, o Sporting está, actualmente, a fazer.
Desde que terminou o mandato de Sousa Cintra e teve início o denominado «Projecto Roquette», ainda que encabeçado por Pedro Santana Lopes, que o Sporting deixou de ter um presidente emotivo, aglutinador da massa associativa. Terminou aí, enfim, a era da «presidência populista».
Era quase uma exigência da altura, a reivindicação por uma gestão profissional e ganhadora. Foi com essa imagem e sob essa “bandeira” que José Roquette assumiu posição de destaque no clube e apresentou o seu “projecto” que se intitulava de rigoroso, transparente e profissional. Com essa mudança de política, o discurso institucional do Sporting mudou. A frieza do “economês” entrou progressivamente no léxico sportinguista.
A criação das SAD’s eram um imperativo. A gestão societária e profissional daquilo que se veio a designar por «Grupo Sporting» uma necessidade. A extinção de algumas das (já então) deficitárias modalidades (ditas) amadoras uma inevitabilidade. Seria dar um passo atrás para, a médio prazo, o Sporting dar dois passos em frente…
A pouco e pouco, a “frieza” do passivo passou a arrefecer o “calor” da emotividade do adepto sportinguista: o emblema foi mudado; o Sporting passou a ser uma “marca”; os jogadores começaram a ser intitulados de “activos” e deixaram de ser “ídolos”; os campos de treinos mudaram-se para quilómetros de distância do “coração” do Sporting; o estádio foi mudado pelas razões que todos sabemos; o pavilhão desapareceu por causa da reformulação do projecto do estádio por causa do Euro 2004.
Desde Santana Lopes (95-96) a Filipe Soares Franco (desde 20 de Outubro de 2005), a presidência da direcção do clube (esquecendo propositadamente a presidência dualista clube/SAD na altura de José Roquette, com Luís Duque) foi sendo ocupada por José Roquette (96-2000) e Dias da Cunha (2000-05). O processo de sucessão foi muito pouco democrático – ou cooptação (outra nova palavra do “léxico leonino”) ou eleições de lista única, sendo a única excepção as últimas eleições que contaram com a lista de Abrantes Mendes.
Em suma: aquilo que, em devido tempo, foi designado, em Portugal, por «evolução na continuidade»…
Com todo este ideário comum às várias presidências leoninas, o Sporting foi progressivamente afastando-se dos sócios e adeptos. Mudou-se a identidade do clube em quase todas as vertentes da ligação emocional do adepto ao clube: emblema, estádio, ídolos…até que o adepto e o sócio passaram a ser vistos como clientes.
E 13 anos passaram até Filipe Soares Franco vir dizer ao Record que «há uma coisa que falha: a ligação emocional da família leonina ao Sporting. Se estivesse a funcionar, estavam cá, pois estamos perante uma actividade que tem tudo de paixão». 3 anos da sua presidência decorreram para Filipe Soares Franco descobrir uma evidência: «…não temos conseguido passar o calor da mensagem e pôr a família sportinguista a gostar de viver as emoções no estádio. O sócio distante do estádio preocupa-me. Não encontro explicação para que o Sporting não meta mais gente em Alvalade...».
Apetece-me dizer como no velho adágio: «mais vale tarde que nunca». Mas digo mais. A razão para a «crise de militância», para o falhanço da «ligação emocional», foram estes anos de sucessivas “machadadas” na alma do adepto, na ligação que ele tinha ao clube e na forma como ele o sentia e se identificava. Foi a promessa falhada de 3 campeonatos em cada 5 anos, mas foi, sobretudo, o tratamento indigno (os exemplos seriam muitos) a que as sucessivas direcções votaram a massa associativa do Sporting que, ao frio, à chuva e ao sol, sofreu estoicamente enchendo o antigo estádio, vibrando a cada jogo decisivo, achando no mais fundo da alma sportinguista o ânimo para, segunda após segunda, mês após mês, Natal após Natal e época após época, encontrar sempre a esperança num ciclo melhor, descobrir sempre um optimismo renovado e a fé em tempos melhores, sofrendo na pele muitas desilusões provocadas pelo domínio obscuro e sub-reptício de um clube personificado por um presidente com quem Filipe Soares Franco negoceia, acha que tem relações de boa-fé (Moutinho e Vukcevic) e até dá grandes gargalhadas em pleno Alvalade...
Agora, esse adepto do Sporting deu um “basta” e, numa época em que todos os indicadores não o faziam esperar (manutenção dos jogadores principais, política de contratações coerente e objectivo claro e inequívoco da luta pelo título e boas possibilidades de melhor percurso nas competições europeias), os adeptos do Sporting souberam porque fica(ra)m em casa: porque lhes atiraram com demasiada água para a fogueira da sua paixão!
Filipe Soares Franco, apesar de não ter entendido (ou não ter querido entender) a razão para a «crise de militância», achando que «realizámos o projecto mas, até agora, não conseguimos fazer passar bem a mensagem de que queremos crescer», analisou na perfeição a situação que vivemos e extraiu a conclusão correcta quanto à responsabilidade por essa situação: «…da organização interna do Sporting, da direcção e, em última instância, do seu presidente»…
Quando Filipe Soares Franco fala em jogos ao meio-dia como uma iniciativa a experimentar, deveria dizer que ela lhe fora proposta por sócios do Sporting há mais de 1 ano. Quando Filipe Soares Franco fala em modalidades amadoras e pavilhão tentando mentalizar os sócios para não ter umas nem outro, deveria ter em mente algo muito importante para a avaliação da tal «crise de militância» - os sportinguistas não estão a pedir para lhes darem algo, os sportinguistas estão a exigir que lhes devolvam aquilo que lhes tiraram: a paixão por um clube ecléctico e de todos os sportinguistas sem distinção!
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Tonel de regresso à Selecção...

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Chelsea: Bosingwa, Deco e Paulo Ferreira
Benfica: Carlos Martins, Nuno Gomes e Quim
Manchester United: Cristiano Ronaldo e Nani
F.C. Porto: Bruno Alves e Raúl Meireles
Atlético Madrid: Maniche
Inter: Ricardo Quaresma
Zenit: Danny
Galatasaray: Fernando Meira
Real Madrid: Pepe
SC Braga: Eduardo
Werder Bremen: Hugo Almeida
Lecce: Antunes
Valência: Miguel
Bochum: Daniel Fernandes
Assistências em Alvalade
Assistências médias em Alvalade
(até 1 de Outubro do ano)
2003 (29.639)
2004 (25.838)
2005 (32.036)
2006 (33.222)
2007 (34.039)
2008 (24.992)
Gameboxes por época
2003/04 31.204
2004/05 29.475
2005/06 29.268
2006/07 34.129
2007/08 32.068
2008/09 26.709 (a)
(a) – Vendidas até 2.10.08
Parece evidente a correlação entre o número de Gameboxes vendidas e a performance no campeonato.
Em 2005/06 lutamos pelo título até perto do final do campeonato, o que deu ânimo aos Sportinguistas para comprarem a sua Gamebox na época seguinte.
Em 2006/07 disputamos o título até ao último minuto da competição, o que (apesar de não ter dados sobre isso) terá motivado os sócios e adeptos a adquirirem a Gamebox durante a época, nomeadamente a que inclui os jogos da segunda volta.
Em 2007/08 lembro-me de passar todos os dias junto ao placard que apresenta o número de Gameboxes vendidas (morava junto ao Estádio) e verificar que as vendas estagnaram a partir de certa altura. Parece-me óbvio que o decréscimo em relação à época anterior decorre de termos ficado afastados muito cedo da luta pelo primeiro lugar no campeonato, o que não motivou os sócios e adeptos a comprarem a Gamebox durante a época.
Este ano estamos a sofrer as consequências de termos realizado na época anterior um mau campeonato em termos pontuais (apenas ficamos em segundo lugar porque ainda houve quem fizesse muito pior) e um péssimo campeonato em termos exibicionais.
As campanhas de marketing, independentemente da sua qualidade e imaginação, tornam-se irrelevantes quando os resultados e o “produto” (leia-se “exibições”) não acompanham as aspirações da exigente massa associativa do Sporting.
O desempenho de qualquer empresa deriva da sua performance operacional e comercial.
A área financeira serve para dotar a empresa do equilíbrio necessário para que não surjam sobressaltos no seu dia-a-dia nem no médio e longo prazo, mas está sempre dependente da performance operacional e comercial.
No Sporting, a parte operacional está obviamente entregue ao nosso plantel, mas é bom que todos os nossos atletas e equipa técnica tenham a perfeita noção que a parte comercial também é quase integralmente da sua responsabilidade.
É muito importante ganhar, mas também é importante ganhar jogando bem. E eu devo dizer que há bastante tempo que, salvo raras excepções, considero que as exibições do Sporting estão aquém daquilo que a qualidade dos nossos atletas pode “produzir”.
Independentemente de tudo isto reitero a minha opinião que, enquanto sócios e adeptos, os Sportinguistas devem entrar no nosso Estádio com o objectivo de funcionar como 12º jogador, pelo que os assobios durante os 90 minutos devem ser evitados.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Os idiotas do assobio...

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